MATERIAS

Megadeth

Estamos "enferrunado em paz", mas nem tanto!
Rust In Peace é o quarto albúm de estudio do Megadeth e lançado em 1990.

Rust In Peace foi o primeiro albúm a apresentar o Guitarrista Marty Friedman e o baterista Nick Menza e é considerado pela maioria dos fãs o melhor disco da banda!!!

O disco foi produzido por Mike Clink enquanto a mixagemfoi feita por Max Norman.

O Albúm foi citado como um dos melhores discos de Thrash Metal de todos os tempos e listado no livro de referência "1001 Albúns que você deve ouvir antes de morrer".

O Albúm foi indicado para um Grammy de melhor Performance de Metal no 33º Grammy Awards.

No Foundations forum de 1991, o albúm recebeu o prêmio Concrete Foundations de "Melhor AlbúmmRádio" e o single "Hangar 18" ganhou o prêmio "Top Rádio Cut".

por:
André By Classics 


Boa noite ! Vamos começar, com uma banda que teve seu início voltado para o estilo sombrio , gótico, mas que com a influência de seu líder , voltado ao estilo hard rock , tem sim sua participação no mundo do rock.



O The Cult foi formado em 1983 na Inglaterra, e apesar de ter constantes mudanças na sua formação, sempre teve como base o vocalista Ian Astbury e o guitarrista Billy Duffy. Inicialmente, a banda foi chamada de Death Cult, que teve a sua origem no Southern Death Cult, projeto de rock gótico criado por Ian Astbury em 1982.
Mesclando elementos do rock gótico, do heavy metal e do hard rock, a sua música conquistou uma legião de fãs a partir do lançamento do seu primeiro álbum, 'Dreamtime' (1984).
Se em 'Dreamtime' predominava as suas influências góticas, a partir de 'Love' (1985), o grupo seguiu mais na direção do hard rock. "She Sells Sanctuary" e "Rain" foram faixas que mais se destacaram nesse segundo álbum.
'Electric', disco de 1987, produzido por Rick Rubin, foi bem recebido pelo público norte-americano, assim como também, o seu sucessor, 'Sonic Temple' (1989).
No início dos anos 1990, o The Cult sofreu alguns desgastes, em parte devido a Ian Astbury abusar de álcool, o que provocou tensões internas. Naquela década, a banda lançou dois álbuns de estudio: 'Ceremony' (1991) e 'The Cult' (1994), ambos foram bem recebidos pelos fãs, mas sem o entusiasmo da crítica. Em 1995, o grupo cancelou uma turnê após uma apresentação no Rio de Janeiro, e logo em seguida se desfez.


Ian Astbury e Billy Duffy reformaram a banda em 1999, e um novo álbum - 'Beyond Good and Evil' - saiu em 2001. Em 2007, The Cult lançou 'Born into This'. E, apesar de Astbury ter anunciado em 2009 que a banda não lançaria mais nenhum álbum de estúdio, em 2012 saiu 'Choice of Weapon', o nono. E, o décimo, intitulado 'Hidden City', foi lançado em 2016.

POR LUÍS PUGLIESI


Heavy Metal: 
Bandas esquecidas (ou desconhecidas)
do público brasileiro.


Fãs de metal possuem infinitas opções de escolha, caso estejam entediados com o som de uma determinada banda.
Dentro do gênero musical que tanto apreciam, existe uma infinidade de vertentes, e cada qual com bandas de qualidade ímpar, com diferentes propostas, seja na parte instrumental, seja na temática lírica que abordam.
Mas é claro, existem aqueles que possuem um amor especial pelo metal tradicional, aquele que deu origem, moldou e estabeleceu clichês para todos os outros subgêneros que viriam a surgir.
Claro que, refletindo a partir desse breve conceito, bandas respeitáveis e importantes como Judas Priest, Iron Maiden, Black Sabbath ou Saxon são as primeiras que vêm à mente da maioria, naturalmente, pois são, inegavelmente, as bandas de maior repercussão do âmbito aqui no Brasil.
Mas existem outras bandas que, mesmo que praticamente anônimas atualmente, contribuíram e mantiveram a chama do Metal acesa em alguma parte de suas carreiras, e essa contribuição chegou aos ouvidos de alguns bangers brasileiros.
E o propósito dessa matéria é justamente apresentá-las aos metalheads que ainda as desconhecem, e, se as conhecem, ao menos, incentivá-los a escutá-las novamente, com um interesse revigorado, acompanhando as pequenas resenhas dos álbuns citados abaixo.

PICTURE – ETERNAL DARK - 1983

Eternal Dark é o terceiro álbum da banda holandesa Picture, uma das primeiras bandas de Metal do país, e é uma obra fantástica do início ao fim. Com linhas de composição bem próximas a de bandas como Angel Witch e Accept, temos um álbum sólido, bem produzido e com influências fortes de Rock N’ Roll dos anos 70, com muita ênfase nas guitarras e no vocal ora agressivo, ora melódico de Pete Lovell em diversas passagens. O álbum possuiu uma versão nacional na época do seu lançamento, e isso tornou a banda um tanto conhecida pelo público brasileiro, mas com o passar do tempo, o número de ouvintes do Picture em terras tupiniquins foi se tornando cada vez mais reservado.

PILEDRIVER - METAL INQUISITION – 1985

Piledriver é uma banda canadense de Heavy/Speed Metal, talvez uma das bandas mais agressivas surgidas no início dos anos 80. Metal Inquisition é o debut, lançado em 1985, e o grupo mostrou não estar afim de brincadeirinhas. As letras possuem temas como violência, satanismo, sexismo, etc. Letras perturbadoras, sádicas e perversas, de dar inveja a qualquer banda de Death Metal por aí, e um instrumental muito bem trabalhado, um timbre de guitarra semelhante ao barulho de uma motosserra. O Piledriver ganhou status de grupo Cult no Brasil, sendo um tanto difícil encontrar camisas, vinis ou CDs deles a venda, mas ainda assim, existe uma pequena, porém fiel, base de seguidores da banda por aqui.

SORTILÈGE – MÉTAMORPHOSE – 1984

Essa é uma daquelas bandas que poderiam, ou melhor, deveriam ser mais conhecidas pelo público, não só brasileiro, mas do mundo todo. O Sortilège foi uma das bandas pioneiras do Metal francês, e Métamorphose foi o primeiro álbum lançado por eles. Trata-se de uma magnífica sequência de grandes músicas do mais puro Metal. O senso de melodia, agressividade e progressividade que cada uma das músicas apresenta é de espantar; as linhas vocais são de um bom gosto exemplar, com letras simples de serem cantadas e ao mesmo tempo empolgantes, com tons altíssimos em algumas passagens. Não à toa, eram sempre citados por Chuck Schuldiner (DEATH, CONTROL DENIED, VOODOOCULT) como sua banda favorita. O álbum apresenta versões em francês e em inglês, e embora a mencionada aqui na matéria seja a segunda, é mais que recomendado que o escutem também no idioma original. A banda, infelizmente, encerrou suas atividades em 1986.

TAROT – SPELL OF IRON - 1986


Talvez o Tarot tenha um nome mais conhecido entre os fãs de metal brasileiros que as outras bandas citadas aqui nessa lista, mas, sem sombra de dúvidas, não é somente pela qualidade inegável de seus álbuns, mas sim porque Marco Hietala (baixo/vocal) também integra o Nightwish, uma das mais bem sucedidas bandas de Metal em termos comerciais, bastante popular em toda a América Latina. Mas não pense que o som entre as bandas é semelhante – até mesmo a forma de cantar de Hietala aqui é diferente. Spell Of Iron é um marco do Metal finlandês, e da arte da capa às músicas, o ouvinte é levado a um universo diferente, comandado pelas sonoridades ríspidas (e ao mesmo tempo tão perspicazes) que a banda conseguiu criar. Os riffs e solos são destaque absoluto. As influências da NWOBHM estão presentes em todos os momentos e a particularidade mais notável são os vocais graves de Hietala, muito bem impostados e que dão um rosto ainda mais obscuro às composições.

ARMORED SAINT – MARCH OF THE SAINT – 1984

Eis aqui uma banda que teve constantes irregularidades em toda a sua carreira, mas que mesmo aos trancos e barrancos ainda conseguiu lançar álbuns relevantes. O Armored Saint é uma banda de Metal oriunda de Los Angeles, e o som de March Of The Saint é puríssimo. A figura de John Bush, vocalista, se tornou conhecida em decorrência a sua entrada no Anthrax, mas isso não ajudou e nem divulgou o Armored Saint. Mas, voltando a falar do álbum, um dos grandes destaques é a sonoridade cristalina das guitarras, os riffs não ficam abafados em meio aos graves produzidos pela bateria e pelo contrabaixo e isso fortaleceu e muito no resultado final das músicas. O vocal de John Bush alterna facilmente entre o agudo e o grave, mostrando uma boa influência de Ian Gillan e Paul Rodgers, e um álbum com todos esses méritos merece, no mínimo, uma atenciosa audição por parte daqueles que apreciam Heavy Metal.

BARON ROJO – VOLUMEN BRUTAL – 1982


O Baron Rojo é uma banda espanhola que deu seu primeiro pontapé rumo ao sucesso no início dos anos 80, abrindo até para o Iron Maiden, mas por algum motivo, não conseguiram seguir adiante. Volumen Brutal é talvez o álbum de maior força dentro da discografia deles e é apaixonante desde a primeira audição. O maior destaque são as letras, todas escritas em bom castelhano (embora também tenham as traduzido para inglês), e com uma sonoridade bastante refinada, ou seja, vocais bastante agressivos e um instrumental muitíssimo pomposo. O álbum foi produzido no Kingsay Studios, pertencente a Ian Gillan, e Bruce Dickinson os ajudou na tradução de algumas músicas para o inglês. A banda continua na ativa até hoje, ainda lançando álbuns, e mostrando que, mesmo sem reconhecimento, a paixão pelo Metal é o que os move.

POR LUÍS PUGLIESI

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