ALTERNATIVA NEWS
"Mean To Me", um outro avanço da 'Defying Gravity' Mr. Big
Radio Alternativa The Rockers em 18/06/17

Outra questão antes do novo álbum de Mr. Big ' Defying Gravity' , a ser lançado em 21 de julho via Frontiers. O tema é " significa para mim " e surpresas com sua versatilidade musical.

Já tínhamos visto o vídeo de " Everybody Needs pouco problema " e ouviu o "single 1992 " , uma canção catchy com um monte de guitarra Gilbert, onde a letra lembra aqueles anos dourados da banda.

Os dois bateristas da banda Pat Torpey e Matt Estrela registrada trabalho e treinamento inclui membros originais Eric Martin nos vocais, Paul Gilbert e Billy Sheehan guitarras no baixo.

O produtor foi Kevin Elson, que tinha sido com estreia da banda de 1989, 'inclinar-se nela' em 1991 e 'Bump Ahead' 1993. A gravação aconteceu em Los Angeles, durante 6 dias.

O último trabalho do grupo teve álbum 'As histórias poderia dizer' 2014




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The Beatles: Em 1965, banda gravava "Yesterday"
Radio Alternativa The Rockers em 14/06/17

Às 19:00 do dia 14 de junho de 1965 os The Beatles gravavam um dos maiores clássicos da história da música contemporânea. Interpretada por inúmeros artistas mundo afora, "Yesterday".

A canção escrita por Paul McCartney, apresentava os primeiros sinais de crescimento e maturidade musical do quarteto de Liverpool.

A história por trás da elaboração de "Yesterday" é tão famosa quanto a música em si. McCartney acordou um dia com a música em sua cabeça. Correu para o piano e a reproduziu. Ele ficava se perguntando se já tinha ouvido aquilo antes, já que a princípio, lembrava algo que remetia à uma "melodia jazzística". McCartney conta que seu pai era admirador do Jazz. "Pensei que a música que estava na minha cabeça poderia ser algo que vinha do meu passado, dos tempos em que ouvia Jazz com meu pai".

McCartney estava tão convencido de que estava plagiando a canção de algum lugar, que resolveu tocá-la para amigos próximos, para ver se alguém reconheceria a fonte primária da canção. E então ele percebeu que não, era uma autêntica criação sua.





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King Diamond oficializa show no Brasil em 2017.
Radio Alternativa The Rockers em 14/06/17

King Diamond, confirma show em 2017 em única apresentação em São Paulo. Aclamado pelo publico brasileiro a banda retornara após décadas de espera. Nesta apresentação, foi confirmado o histórico álbum "ABIGAIL" lançado em 1987.

Este evento celebra os 25 anos de atividade da produtora. Sendo até o momento a única apresentação realizada no Brasil.

Serviço:
São Paulo
Domingo, 25 de junho de 2017
Espaço das Américas
Rua Tagipuru, 795 - ao lado do Metrô Palmeiras - Barra Funda
Abertura da casa: 16:00hs
Início do 1º show 17:30hs
Ingressos à venda a partir de 19/12, às 15:00hs.
Setores/valores:
- Pista: R$ 300,00 (inteira) | R$ 150,00 (meia-entrada)
- Pista Premium: R$ 500,00 (inteira) | R$ 250,00 (meia-entrada)
- Mezanino: R$ 500,00 (inteira) | R$ 250,00 (meia-entrada)
Informações e Vendas: Ticket 360
Realização: Liberation




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Em 14/06/1956: Nasce King Diamond
Radio Alternativa The Rockers em 14/06/17

King Diamond começou a cantar com o Black Rose, uma banda com influências de rock psicodélico e do hard rock, formada no ano de 1979. Em 1981 formaria a banda Mercyful Fate junto ao guitarrista Hank Shermann, seu primeiro grande projeto, mesclando um completo e obscuro heavy metal com letras explicitamente satânicas. Após a gravação de dois discos que deixaram um grande legado para o metal extremo, formou o King Diamond como projeto solo, na ativa desde 1985.


Outros projetos com os quais evolveu-se anteriormente foram: Brats, banda de hard rock/punk na qual foi vocalista em 1981, e na banda de heavy metal Danger Zone, no mesmo ano. Também colaborou em 2004 no projeto Probot de Dave Grohl, cantando na canção "Sweet Dreams" do álbum homônimo.



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Roger Waters: "Is This The Life...
Radio Alternativa The Rockers em 14/06/17

Em vinte e cinco anos Roger Waters viveu artisticamente de seu vasto legado deixado no Pink Floyd, com shows-releituras de "The Dark Side of The Moon" e "The Wall" e em seus álbuns solo, sobretudo "Pros And Cons of Hitchhiking" (1984) e "Amused to Death" (1992) e nem tanto ou praticamente nada "Radio K.A.O.S." (1987), chegando até mesmo a lançar um surpreendente álbum duplo de ópera, "Ça Ira" (2005), baseado na Revolução Francesa e encenado pelo mundo.


Ao longo de seus 73 anos de idade e chegando em setembro próximo nos 74, Waters combate de forma supra-ácida o "establishment" desde os seus trinta´, começando ao assumir a confecção integral das letras de "The Dark Side of The Moon" e cristalizando todo o seu inconformismo a partir de 1977 com o político-punk-progressivo "The Animals", um disco de sonoridade dentro do rock progressivo mas muito bem encaixado dentro do que o crescente movimento punk bretão vomitava à época: porrada no Sistema, aqui largamente inspirado pelo best seller "The Farm", de George Orwell.

O tempo passou, Roger envelheceu e pelo visto e ouvido, o próprio parece achar que o mundo piorou e bastante.

É essa a ideia constantemente transmitida em seu novo e excelente álbum "Is This The Life We Really Want", que deveria vir com uma irônica dedicatória autografada para o presidente norte-americano atual Donald Trump e com singela homenagem ao russo Vladimir Putin.

A capa traz o título como se fosse o único fragmento que passou de um texto censurado.

"Para vocês que entram, podem perder as esperanças", já dizia a tabuleta da porta do Inferno de Dante Alighieri em se clássico livro "A Divina Coméda".

Em "Is This The Life We Really Want" Waters nos parece informar que para nós que estamos nesse mundo não há muitas esperanças ou o velho "a esperança é a última que morre, mas morre".

O disco tem uma produção primorosa, que ficou a cargo de Nigel Godrich, o "George Martin" do Radiohead.

Diferenciado, desta vez o álbum solo de Roger Waters despreocupou-se de trazer um grande guitarrista solista, como foi o caso de Eric Clapton em "Pros And Cons" e "Jeff Beck em "Amused to Death", talvez por manter algum traço competitivo com o então Pink Floyd de David Gilmour, para investir num trabalho de um todo instrumental elaborado, repleto de efeitos sonoros, formando-se uma atmosfera perfeita para a poesia paranóico-magoada de Waters, que discorre "trocentos" palavrões nas canções, "homenageia solenemente" Trump e se coloca enquanto ser indiginado, onipresente e solidário quanto aos refugiados pelo mundo que irrompem fronteiras em busca de vida ao invés de sobrevida.

Por sinal, a atmosfera sonora deste álbum traz muitos ares de Richard Wright (não propositalmente, claro). As bases de teclados climatizadoras nos remete a trabalhos de Wright tais como realizados em Meddle, More (Main Theme), "Dark Side" e principalmente no álbum "Broken China"(1996), o último solo de Richard Wright.

A quarta faixa "Picture That" por exemplo pode ser considerada a nova "Sheep", de "Animals", a terceira, "Déja vu", talvez uma nova "Two Suns in the Sunset", de "The Final Cut" e "Broken Bones", uma nova "Run Like Hell", de "The Wall", aqui não pelo ritmo e andamento, mas pela temática.

Enfim, "Is This The Life We Really Want" é uma ode à desesperança diante de um mundo cada vez mais dividido pelos muros tão vastamente tratados por Waters desde a icônica ópera-rock, ainda que tais muros sejam cada vez mais mentais pela alienação humana do que propriamente físicos.

Apesar disso, Roger nos sopra um pequeno alento a la "A Insustentável Leveza do Ser" na canção Smell The Roses", onde nos convida parar para cheiras as rosas, apesar de tanta merda acontecendo ao nosso redor. Canção com essência que nos remete aos tempos de "Have a Cigar", do aclamado "Wish You Were Here".

Se há algo de bom a se tirar do caos, Roger Waters segue especialista em tal proeza e nos suaviza com o prazer da turnê mundial "Us + Them", já em andamento.

OUÇA AQUI:
https://open.spotify.com/album/2XhQwji1ixgjca0XzkiTek

Tracklist:

1. When We Were Young
2. Déjà Vu
3. The Last Refugee
4. Picture That
5. Broken Bones
6. Is This the Life We Really Want?
7. Bird In A Gale
8. The Most Beautiful Girl
9. Smell the Roses
10. Wait for Her
11. Oceans Apart
12. Part of Me Died

A banda:

Roger Waters - vocais, violão, baixo
Nigel Godrich - produção musical, teclados, guitarras, efeitos sonoros, arranjos
Gus Seyffert - guitarras, teclados, baixo
Jonathan Wilson - guitarras, teclados
Roger Joseph Manning, Jr. - teclados
Lee Pardini - teclados
Joey Waronker - bateria
Jessica Wolfe - backing vocal
Holly Laessig - backing vocal




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